quinta-feira, 29 de julho de 2010


Antonio Joao Santos


E já que não sou poeta,
o amor é o que me resta.


Fábio de Melo

13 comentários:

Outras memórias disse...

Tão delicado!

Adriana ♣* disse...

Que bacana os seus blogs!
Parabéns!
Adorei...
Estou te seguindo!
Bjs
Adriana

Donaella disse...

E é de amor que vibram os melhores tons!!
:)
bj

Sonhos e Devaneios disse...

se nao és poeta estas muito proximo de o ser....beijos joao

Grasi disse...

Lindo...
Gostei daqui e te sigo, tá?!
Bjão e um ótimo domingo prá ti :)

Fernanda Deunizio disse...

sempre me resta o amor.

sempre por aqui, F

[ rod ] ® disse...

Gostei do teu conceito e da tua raiz! Pena não ter mais você por aqui. Bjs.

Shirlei disse...

Adorei a imagem e o verso, têm uma ótima da Márcia Metran que diz sobre a frailidade dos que amam e dos que fazem poesia...

" Ei , caro poeta...Psiu! Vem cá...Em qual nuvem estacionei minha bicileta?"

Eu adoro!

Luara Q. disse...

tão intenso!

Anônimo disse...

faz tempo que não posta nada!!

Libriana Voadora disse...

E se poeta fosse? =]

Lunna Guedes disse...

E viva os caminhos da blogosfera que me trouxeram até sua página. Gostei desse cenário lúdico, parece um conto de fada onde o amor esquece uma nota e a gente logo encontra. Bacio

★★ GIZA ★★ disse...

OLÁ
ADOREI SEU BLOG E ESTOU TE SEGUINDO
ME FAÇA UMA VISITA E ME SIGA
VOU ADORAR QUE SEJAMOS AMIGAS
BEIJOS